quinta-feira, 6 de abril de 2017

VERDADES E MENTIRAS DOS REFRIGERANTES “ZERO DIET e LIGHT”

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Por Luana Tachiki


Por que acreditar que são mais saudáveis?


        Na maioria dos casos existe uma confusão em escolher a bebida certa. Saber diferenciar cada uma, já seria um bom começo. Por que o Zero, o Diet ou o Light? A história do advento desses produtos trouxe mesmo um nó na cabeça dos brasileiros. Primeiro surgiu o diet, que não chegou muito esclarecido às gôndolas; depois o light, que dificultou o pouco entendimento do primeiro, e pra confundir ainda mais, surgiu o zero. Complicado saber quem é quem e a diferença entre um e outro. Isso tudo se resume em uma estratégia comercial?A verdade é que o poder de escolha felizmente ainda é do consumidor. Ele decide o que tomar. É dele a responsabilidade de se informar sobre os valores nutricionais no rótulo do produto. Por mais que a ANVISA tenha obrigado o fabricante a trazer essa tabela clara e detalhada em informação, o consumidor quem vai decidir se lê ou não. A indústria alimentícia quer mesmo vender seus produtos, o que não é novidade para ninguém, mas ser cobaia é opção do consumidor.
           Para entender melhor porque bebemos refrigerantes ou porque tendenciamos aos zero, diet e ligth - a Psicóloga e coach, Ana Torres, 32, Formada pela Universidade Federal de Uberlândia, com pós graduação e gestão de pessoas na UnB conta que a própria restrição de certos alimentos, aplicada por profissional competente da área, é um convite ao proibido. Não deveria, mas somos tentados a quebrar regras, o que nos impulsiona a consumir o que não deveríamos.
           Ana Torres exemplifica com a teoria da psicodinâmica (Freud): “O ser humano busca o prazer em detrimento do sofrimento. Vou ter mais sofrimento em não poder comer o que quero. Então, vou consumir mais quantidade do alimento que posso, por possuir menos caloria”. A pessoa prefere tomar refrigerante zero, mas não deixa a pizza, hambúrguer, batata frita... o prazer em aumentar a quantidade, sabotando o teor calórico é fascinante na teoria, mas há outros aspectos a considerar.
          Ainda na busca por melhores esclarecimentos sobre a mente humana na compulsão alimentar, a psicóloga acrescenta a teoria Cognitivo-Comportamental. Em muitos casos, pensamentos, crenças e valores precisam ser trabalhados, a fim de que resultados positivos na intervenção nutricional sejam possíveis. Um exemplo inicial seria o cliente/paciente acreditar que é capaz da reeducação e de emagrecer, confiando na capacidade do profissional escolhido, método utilizado e em sua própria inclinação de seguir caminhos distintos e obter resultados diferentes. “Nós conscientizamos o paciente, propondo a mudança de hábitos, caso contrário, só o aconselhamento, não funciona”. Conclui.


MITOS X VERDADES
A Nutricionista da Universidade Católica de Brasília - UCB e Especialista em Gestão de Produção de Alimentação Saudável pela UnB – Shirley de Jesus, 38 - proprietária da pró-nutrição, esclarece: "Existem estudos afirmando que os Diet, Light e Zero, por gerar menos saciedade, engordam mais. As pessoas “se sabotam”, consumindo  produtos menos calóricos em maior quantidade, achando que estão ingerindo “caloria sem culpa”.
Verdade ou mentira que refrigerante resulta em celulite? “Mentira. O refrigerante sozinho não tem culpa. Ele colabora na formação da celulite,  que aparece com o ganho de peso, por isso a associação. Vale ressaltar que essas bebidas são ricas em sódio, outro fator que contribui para a formação da celulite, devido a retenção de líquidos. O hábito de ingerir essas bebidas, aliado ao sedentarismo e falta de equilíbrio na alimentação, corroboram para o aparecimento dos tão indesejados furinhos”, afirma
- Todos os refrigerantes são elementos inflamatórios,  afirma a Nutricionista Esportiva, Simone Pinheiro, 32, que atende seus pacientes no Ineurus/Anchieta. “Para eliminar as toxinas de 1 copo de refrigerante de 200ml são necessários a ingestão de 10 copos de água de 200ml”, diz. Ainda acrescenta que os refrigerantes Zero, Diet e Light não são alternativas para quem quer perder peso por vários fatores, entre eles, o aspartame (adoçante utilizado em alguns refrigerantes dessa categoria). “Pessoas que consomem alimentos com aspartame podem ganhar peso futuramente”.
- Além disso, o refrigerante em excesso causa disbiose intestinal, provoca diabetes, principalmente os “cola”; O Light reduz o açúcar em 25%: O Zero é só marketing por se tratar de uma caloria vazia que não possui nutriente algum. A nutricionista ainda cita outra doença que pode ser causada com uso excessivo de refrigerante. “A Osteopenia, perda de massa óssea, além do aumento do percentual de gordura”. Conclui.
Segundo um artigo publicado em 2009, de Daniel Kolb e Rafael de Araújo em – Coca Cola Zero: Estratégias para manter um mercado competitivo - fica claro que o real surgimento deste refrigerante que alavanca cada vez mais no mercado, não foi para beneficiar um público que quer ou precisa perder peso, mas para fugir da crise dos refrigerantes, que perdiam espaço para os chás gelados, energéticos, bebidas aromatizadas entre outros. Para se reposicionar no mercado foi criado um novo produto, o Zero, que apesar de rico em sódio,  se consolidou, por  manter o sabor, que os anteriores: Light e Diet não conseguiram. 
 Jorge Eduardo dos Santos, 51, morador da Asa Norte e Servidor Público, acrescenta o refrigerante em sua dieta. Ele  opta por refrigerante que possui menos ou zero açúcar. Consome, no mínimo, uma vez por semana, substituindo a água ou suco.
 LEIA O RÓTULO



       Conforme o informativo publicado pelo portal da ANVISA - Resolução da Diretoria Colegiada - RDC Nº 54, DE 12 DE NOVEMBRO DE 2012 Dispõe sobre o Regulamento Técnico sobre Informação Nutricional Complementar. “ANEXO” REGULAMENTO TÉCNICO MERCOSUL SOBRE INFORMAÇÃO NUTRICIONAL COMPLEMENTAR:
     - A informação nutricional complementar facilitará o conhecimento do consumidor sobre as propriedades nutricionais dos alimentos, contribuindo para a seleção adequada dos mesmos. Que a informação fornecida ao consumidor deve ser de fácil compreensão. Que é necessário estabelecer requisitos que regulem a informação nutricional complementar contida nos rótulos, meios de comunicação e em toda mensagem transmitida de forma oral ou escrita sobre os alimentos que sejam comercializados, prontos para a oferta ao consumidor, a fim de evitar que tal informação seja falsa, enganosa ou confusa para o consumidor.

      Em suma, esses refrigerantes já viraram tendência e se consolidaram no mercado. A verdade, unanime entre os especialistas, é que todos eles: Zero, Diet, Light e Comum devem sair do cardápio. Para os que não abrem mão do refrigerante, está liberado seu copinho de “água com gás açucarada”, apenas com moderação. Indispensável ler o rótulo, principalmente quem é predisposto às doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes, alergias... Qual o valor nutricional de cada bebida? Quantas calorias? O que contém? São questões que devemos observar antes de consumir um produto.


Fontes consultadas:

Arroz & Feijão um casamento perfeito


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POR Luana Tachiki


No Brasil, embora bastante consumido, o arroz é vilão para adeptos da alimentação sadia.Tem baixo valor nutricional, além do auto índice calórico. Mas bem acompanhado, na quantidade certa, pode ser forte aliado para uma vida saudável.
Para a Nutricionista e Personal Chef, Fernanda Lima Avena Costa, 33, professora de gastronomia na Universidade Católica de Brasília – UCB, o arroz é essencial para uma alimentação sadia e nutritiva. Combinado  com o feijão, fica completo. Ela diz que não podemos perder esse “casadinho” que se consome no Brasil. “A influência de outros povos e da indústria alimentícia está modificando a cultura do brasileiro. Podemos até variar de vez em quando o cardápio, porém não podemos  tirar nossa riqueza do prato: o arroz com feijão. Esses dois elementos formam uma alimentação completa, saudável, barata e bem brasileira”, conta.
Qualquer arroz consumido puro, deixa de ser uma boa opção segundo Fernanda Avena. “O arroz é amido, ingerido sozinho só vai fornecer caloria. Importante consumi-lo com acompanhamento. O feijão, como um leguminoso, entra nessa combinação perfeita", conclui.
De acordo com a nutricionista Cainara Lins Draeger, 26, aluna do Doutorado em Nutrição Humana pela Universidade de Brasília-Unb, Essa combinação é mesmo uma bela união. "Arroz e feijão: união perfeita. Tem grande importância nutricional na combinação de aminoácidos e formação proteica. A proteína do arroz é pobre em lisina, mas excelente fonte de aminoácidos sulfurados, como metionina e cistina. A proteína do feijão, relativamente rica na maioria dos aminoácidos essenciais, especialmente em lisina é deficiente em metionina e cistina. A proporção ideal entre arroz e feijão são 3 porções de arroz para 1 de feijão”, complementa.
A Personal Chef, Fernanda Avena alerta sobre algumas combinações que devem ser evitadas: “A alimentação do brasileiro é muito proteica. Ele mistura arroz, que tem um pouco de proteína, acrescenta feijão, que possui mais ainda,  ovo e carne, consumindo excesso de proteína, um vilão. Gostamos de misturar arroz, farofa, batata, macarrão, sobrecarregando as calorias.”. Ela também se preocupa com a quantidade que vai para o prato. “100g de arroz branco tem quase 400 calorias.  No Brasil, consome-se 2000 calorias por dia,  comendo muito arroz vai extrapolar essa média", desabafa.
Segundo Fernanda, existem outros tipos de arroz, alguns mais calóricos, que  substituem o branco tradicional:
- O arroz germinado tem mais lipídio. Aumenta a quantidade de vitaminas, fibras, minerais e gordura. É essencial diminuir pela metade o  consumo do arroz integral, mais calórico, diferente do que muita gente pensa.
- O arroz parbolizado vem pré cozido. De sabor diferente, rico em vitaminas e minerais,  é mais saudável que o branco,  porém perde para o integral.
- O arroz preto, vermelho e selvagem tem mais ferro e proteína.  Quase não possuem calorias, porém são caros: 500g do preto, gira em torno de R$ 22,00. e demoram a cozinhar.
Nos casos de substituição, existem algumas opções segundo a Nutricionista Cainara Draeger: “o arroz branco sendo trocado por outras fontes de carboidrato: batata inglesa, macarrão e pães. Os grãos em sua forma integral por quinoa, painço, batata doce e inhame, de baixo índice glicêmico", diz.
A Nutricionista também instrui sobre os melhores tipos de arroz na dieta. “O arroz só engorda quando consumido em excesso e fora do planejamento dietético, principalmente os do tipo polido, uma vez que o processo de polimento ocasiona perda de parte das vitaminas, minerais e fibras dietéticas. Dentre os tipos mais populares, o ideal é optar pelos ricos em fibra e nutrientes como o arroz integral, arroz cateto integral, arroz selvagem, arroz negro e o parbolizado. O integral é mais adequado, quando consumido por pessoas que almejam a perda de peso. As fibras auxiliam na redução da velocidade de absorção de glicose e aumentam a sensibilidade à insulina, ajudando no controle da glicemia. As fibras também estimulam o peristaltismo intestinal, provocando maior sensação de saciedade”, conclui.
E para a maioria dos brasileiros esse "casal perfeito" é o prato principal das refeições diárias. Van Lee Francisco Pereira, 26, Professor de inglês, morador do Cruzeiro Novo, diz que prefere a "duplinha" imbatível nas suas refeições. “Prefiro arroz e feijão porque gosto mesmo.  E é mais saudável. Não troco pelo Fast Food, que é muito gorduroso. Em casa comemos diariamente a dupla. Consumo por dia três colheres (sopa) de cada”. Conta.

MELHOR PREPARO DO ARROZ
A Personal Chefe e Nutricionista, Fernanda Avena, dá dicas no preparo do arroz: “Algumas pessoas acham que sabem fazer arroz, porque foram ensinadas pela mãe, avó ou tv, sem analisar se aprenderam da forma correta. Principalmente no Brasil, ocorre a mania de lavar e refogar arroz, porque fica mais saboroso ou mais soltinho. Se você faz dessa maneira, o arroz perde até 60% do amido.” Informa.
Mesmo que saiba fazer aquele arroz impecável, seguir essa super dica da  Personal Chefe: Não lavar, nem refogar,  é novo aprendizado para manter sabor,  textura, cor e amido. Para o arroz integral, com cozimento mais demorado, Fernanda Avena sugere deixa-lo de molho de um dia para o outro, sem comprometer os nutrientes.


Lesões em academias, uma frequência

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Por Luana Tachiki       

É cada vez mais comum pessoas lesionadas em academias. Não basta se matricular, passar por uma avaliação física, ter os cuidados iniciais de um personal trainer e depois seguir em frente modificando tudo, aumentando sua própria carga, sem reavaliação ou supervisão adequada.
Jonas Rabelo dos Santos, 30 anos, Personal Trainer das academias Bodytech e RunWay, diz que as lesões tem sido bem frequentes devido a vários fatores: um deles é a falta de condicionamento físico. Segundo ele, o aluno não tem o básico que é um padrão de movimento e quer efeito rápido, sem preparar o corpo para receber treinos mais intensos, de níveis mais avançados, no qual o resultado só se adquire com meses e até anos. Uma soma de fatores contribui para que exista um perfil de aluno mais propenso às lesões na academia, mas no geral, nasce da ansiedade; do desejo por um corpo bem definido, uma hipertrofia de glúteos, peito e coxas, imediatamente.
Para Jonas, primeiramente, é necessário se conscientizar do real: - Quem você é hoje? A partir daí, montar uma carga de exercícios a curto, médio e longo prazo. Mudar os hábitos, treinar de forma correta, até chegar ao ponto de evoluir para um treino mais pesado.  “É difícil eu sei, até eu gostaria de obter esses resultados rápidos”, diz.
Montar um treino de acordo com a vontade do principiante é outro fator que o deixa vulnerável às lesões. “Nós profissionais, somos pressionados, nos tornamos refém da ansiedade de quem frequenta academia. Se você não prepara o treino do jeito que o aluno quer, ele procura outro personal”, desabafa. “Em função disso os profissionais acabam se digladiando para adaptar um treino diferente, deixando o básico pra trás, porque não se vê o resultado imediato”, completa Jonas.
Ser um profissional mais preocupado com a saúde do aluno e confrontá-lo com sua realidade antes de montar um treino, tem os riscos de perdê-lo, mas Jonas prefere conscientizar o aluno de suas condições físicas e possíveis lesões, caso queiram intensificar o treinamento sem estar preparado.  "Os alunos gostam muito dos treinos mais puxados, que geram dor muscular, estilo: "NO PAIN, NO GAIN". Por defender a linha de ser mais cauteloso, não evidenciar carga e sim uma postura melhor, acabo taxado no mercado - a aula dele é mais fraca...”, aponta. 
         A competitividade entre profissionais, para garantir o contrato, é outro fator que determina a possibilidade de gerar mais lesões nas academias. Mais alunos, menos cuidado individual, que leva a auto avaliação.
Jonas ressalta que é fundamental conhecer o próprio corpo, os limites, e dá dicas: “Eu como profissional indico a alguns alunos RPG, PILATES e FUNCIONAL, quando percebo a necessidade de trabalhar o básico para avançar posteriormente. Ter uma boa conduta de escápula; observar como a força está sendo aplicada; contrair o abdómen durante a execução da atividade para ter proteção maior na coluna, dando atenção para o core  (que é o centro do nosso corpo. Conjunto de músculos responsáveis pelo equilíbrio e adequação postural do tronco); dar ênfase na fase excêntrica; respirar; concentrar; observar se não está fechando o joelho; isso vai dar resultado, mas a maioria prefere fazer de qualquer jeito e aumentar a carga, porque é mais fácil que executar corretamente o exercício”, finaliza.
Rogério Soares Barros, 33 anos, outro profissional da área, formado em Educação Física e Nutrição pela Universidade Católica de Brasília - UCB e Especializado em Treinamento de Força e Fisiologia do Exercício. Proprietário do Instituto Perface/Lago Sul, pontua outros tipos de lesões - “Existem as microlesões musculares: são lesões normais e naturais para quem está começando - saindo do sedentarismo e iniciando uma nova etapa na vida com atividade física. Elas trazem um pouco de desconforto no dia posterior à atividade". Segundo ele, uma circunstância que desencadeia lesão são as prescrições erradas em certas patologias: “Alguns exercícios não são compatíveis com sua forma anatômica. Isso não permite que você execute um exercício que poderia dar certo para mim. Nem é tanto pela carga pesada”, afirma.
Para Rogério não existe receita de bolo pra prescrever um treino "Ninguém melhor do que o aluno pra conhecer o corpo dele, então deve ser sincero e não esconder nada. Constantemente nas academias, o aluno tem medo de relatar a verdade, porque acredita que o professor pode priva-lo de alguns exercícios, que ele não está disposto a ceder, em função de querer resultado a curto prazo, porém, quando há interação entre as duas partes (aluno e professor) o risco à lesão cai muito”, completa.
Segundo Rogério, nas academias a relação entre aluno e professor deveria ser menos capitalista, fator essencial para evitar lesões na sala de musculação. “O professor tem obrigação de dar toda assistência ao aluno e ter um feedback constante de como ele se sente durante o treinamento, porque o exercício que é bom pra você pode não ser pra mim”, conclui.

O que provoca as lesões na maioria dos casos?
Rogério - Execução errada de movimento. O músculo que era para ser exigido não está sendo trabalhado. O exercício é pra sentir o músculo. Sentiu ombro, sentiu cotovelo, PARA! Está errado! Se não parar, vai nascer uma lesão.

Quais os sintomas?
Rogério - Primeiro sintoma é dor na articulação. O aluno pode sentir durante o exercício, com uma ruptura de ligação, ou pode sentir posteriormente, por causa da endorfina e da serotonina, que são neurotransmissores e liberam uma sensação de bem estar,  inibindo a dor no momento da lesão.

O que fazer?
Rogério - Sentiu que lesionou, procure um profissional (ortopedista). Ele poderá passar um medicamento para dor ou encaminhar à cirurgia, se for o caso. Após os primeiros procedimentos, geralmente prossegue com exercícios de fisioterapia, no processo de reabilitação. Em alguns casos, o repouso, e em seguida o fortalecimento da musculatura com  supervisão de um Educador Físico.

Quais as doenças crônicas causadas por lesões?
Rogério  - Várias, dentre elas: Bursite e Epicondilite que é mais difícil de tratar, por resultar em complicada reabilitação.

De acordo com a Dra. Aline Gomes Farias, 41, Fisioterapeuta, Especialista em RPG e técnica francesa de Felipe Souchard também Proprietária da Inovare Fisio, na Asa Sul - Os pacientes que mais chegam aos consultórios, reclamando de lesões, são aqueles que querem ser atletas em curto prazo, tornear os músculos e mudar seu perfil imediatamente.  Ela diz que “O ideal seria obter um espelho para cada aparelho de musculação, que infelizmente não existe. O aluno precisa ver a simetria de ombro e angulação de joelho. Vejo pelo lado da postura na hora do exercício, seria o ideal”.
Para a Dra. tudo fica mais claro quando você reconhece o seu modo de vida. Qual  a sua postura no dia a dia? Como você abaixa para amarrar um cadarço? Como agacha para pegar uma caneta? Isso  importa na hora de analisar um indivíduo propenso à lesão. “Verificar o histórico é primordial, o que dificilmente acontece. Ninguém faz um apanhado histórico do indivíduo para saber se praticava exercícios e em que nível parou antes de montar um treino, por exemplo, mas se fizessem, seria perfeito”, declara.
Para evitar definitivamente futuras lesões com meses de fisioterapia, reabilitação e demais atividades para se tratar, outra dica da Dra, é: “Dê um de doido: levante-se e alongue-se onde você estiver, no trabalho, na academia... Incomodou? Levante-se, e alongue-se, tenha flexibilidade”, concluiu.
Rodrigo Silva de Moraes, 18, estudante, foi lesionado em academia. ''Percebi que havia algo errado com meu ombro, quando em atividades domésticas senti desconforto, ouvindo estalos constantemente. Decidi apelar pela automedicação, e como os remédios tinham um resultado imediato, continuei, mas sabia que não tratavam o problema, então, procurei um fisioterapeuta e já vou começar as sessões de RPG''.
Na busca para obter uma vida repleta de saúde, sem desencadear doença alguma, ou pelo menos, evitar ao máximo o surgimento, existe uma linha tênue entre o real e o ideal. Muitas vezes o ideal está longe do alcançável, mas prevenir e saber as melhores medidas a serem tomadas  é um caminho para uma vida melhor e com mais qualidade. 

Esporte ao ar livre, UM HÁBITO BRASILIENSE

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Por Luana Tachiki


Para Organização Mundial de Saúde (OMS), há dois anos cerca de 2,3 bilhões de adultos vão estar com sobrepeso e mais de 700 milhões serão obesos. Atualmente, existem 2,1 bilhões de pessoas nesta condição, o que representa quase 30% da população mundial. Como esses dados estão lotando nossas caixas de e-mails, gerando reportagens e sendo bombardeada na internet, já tem muita gente procurando formas de ficar fora dessas estatísticas. E é por isso que a nova “modinha” em Brasília é: a mudança de hábito.

➽Brasília está cheia de pessoas interessadas em mudar hábitos sedentários. A cidade está repleta de vida - nas praças, academias comunitárias, ciclovias, quadras de esportes, ponte JK, parques como: Olhos D’Água,  Ecológico e da Cidade, gente de várias idades, raças e etnias, tem o mesmo propósito: vida saudável e bem-estar.
Essa “onda”, de “movimentar-se”, envolve cada vez mais pessoas interessadas em uma vida saudável. Após as décadas de 80 e 90,  auge dos alimentos fast-food,  é hora de práticas mais sadias. Podemos considerar que no comportamento alimentar da maioria dos brasilienses, ainda prevalece uma dieta rica em gordura, carboidrato e açúcar, em contrapartida, existe uma preocupação e disposição voltada para uma melhor alimentação e bastante atividade física.
Jonas Rabelo dos Santos, 30 anos, Personal Trainer da Bodytech e Runway, também dá aulas de corrida, ciclismo, funcional core e crosscore. Ele conta que a atividade física no geral, e principalmente, ao ar livre, tem ganhado espaço em Brasília; citando o treino funcional, que pode ser feito ou não em academias, tendo como principal finalidade melhorar o condicionamento físico. “Isso se aplica numa preparação para o cotidiano, auxiliando na postura e agachamento, oferecendo uma conduta mais segura, que pode ser feita ao ar livre”, diz.
Para o personal, o resultado não se resume em quatro paredes, mas em estar praticando algo que o indivíduo goste. “Pode-se ter resultado fora da academia também. Existem alguns equipamentos que você pode utilizar no funcional como: buzu, Tr x, bolas de medicine ball, disco em equilíbrio, bolas de suíça entre outros e pode ser feito free, sem nenhum acessório. Hoje já caiu por terra a ideia de só se ter resultado em academia”, afirma.
Para Jonas o Funcional veio com força total: “Se diz Funcional, porque tem um propósito: mudar os padrões de movimento, como equilíbrio, agilidade e força, além de deixar o corpo mais firme, com o fortalecimento dos elos e consequentemente, você obtêm a queima de gordura e ganho de hipertrofia”, conta.
O coordenador do Grupo Bora Bora (grupo de corrida de rua do Parque da Cidade de BSB) - Edilson Gomes de Assunção, Contador e ativista esportivo, fala sobre o grupo que existe há anos no Parque da Cidade. "Nós começamos em uma pequena turma, e hoje, temos mais de 450 pessoas envolvidas. A equipe Bora Bora é um grupo de amigos, diferente de todas as outras daqui. Não temos fins lucrativos. Procuramos buscar qualidade de vida para as pessoas”. Segundo Edilson, existem vários voluntários como: médicos, professores de educação física e fisioterapeutas.  Qualquer indivíduo que queira uma vida mais qualificada, pode participar.  “A pessoa vem quando quer e porquê busca uma vida saudável. Existem famílias, que estão com a gente, que mudaram muito o estilo de vida”, relata.
O Bora Bora é dividido em quatro categorias: caminhada para quem só anda; Caminhada Trota para quem caminha e corre; e Trota voltado para queles que já correm até 10 km. E por fim, a categoria Velocidade para aqueles que almejam correr numa maratona. 
“Nós temos um calendário acordado até o final de cada ano. E também nós observamos quem tem o perfil das corridas e convidamos”,  diz outro voluntário do grupo, Claudio Piclos de Oliveira, 51,  Bancário, formado em Educação Física,  também Técnico de Vôlei Ball do Brasília Juvenil Feminino.
“Tem um ano que faço parte do Bora Bora. Nós fazemos um trabalho voluntário. Nos treinos cada um colabora como pode: temos um administrador do grupo, outro que monta as tabelas de corrida, e eu ajudo no aquecimento, por exemplo”.  O professor diz que é bem simples integrar à equipe. “Qualquer um pode participar, desde que traga uma avaliação médica encaminhada por um cardiologista”. Finaliza.



Amaranto, uma semente "do bem"

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Por Luana Tachiki


Tanto a folha, quanto o grão, tem excelente valor nutritivo. O amaranto é rico em lisina e aminoácidos sulfurados, apresentando perfil superior ao de outros cereais. Este pseudo cereal contém em sua composição quantidade significativa de fibra alimentar (4% a 8%), enquanto que os valores observados nos cereais são de 2%. Destaca-se, ainda, a presença de importantes minerais como: Ca, Fe, Zn, Mg e P. (FERREIRA et al, 2007).

Estudos conduzidos com animais, demonstrando a capacidade do grão em reduzir os níveis de colesterol sérico, trouxe-lhe a alegação de alimento funcional. Provavelmente esta propriedade esteja relacionada a efeitos sinérgicos de seus componentes: fibra alimentar, proteína, balanço de aminoácidos, ácidos graxos e esqualeno. (FERREIRA et al, 2007).

A semente de amaranto contêm também outras substâncias que desempenham várias atividades biológicas na alimentação, como: inibidores de protease, atividade antimicrobiana, lecitinas, compostos peptídicos e antioxidantes. Na fração lipídica, destaca-se o alto teor de ácidos graxos polinsaturados, monoinsaturados e o esqualeno (FERREIRA et al, 2007).

“O amaranto contém quantidade elevada de proteínas, diversas vitaminas e minerais, como cálcio e magnésio, fundamentais para a saúde óssea; ferro, auxiliando na prevenção de anemia ferropriva; e zinco, que faz parte do funcionamento de enzimas digestivas e apetite. Na perda de peso, pode ajudar indiretamente, uma vez que é fonte de fibras (melhora a função intestinal),” afirma a Nutricionista Luana Rincon Arruda Daguer Damasceno, Graduada em Nutrição pela Universidade de Brasília e Pós-graduada em Nutrição Clínica Funcional pelo Instituto VP/Universidade Cruzeiro do Sul.

O amaranto e seus aminoácidos podem ajudar no ganho de massa muscular, quando associado à atividade física e outras proteínas de alto valor biológico. Segundo Luana a semente pode ser ingerida pré ou pós treino. “O amaranto em flocos, consumido junto à fruta, antes da atividade física é fonte de carboidratos e fibras, auxiliando na diminuição do índice glicêmico da fruta.  Depois, o grão cozido associado a uma proteína magra, como peixe grelhado ou peito de frango desfiado é outra opção”.

A Nutricionista Shirlei de Jesus, 37, Graduada na UCB e Especialista em Gestão de Produção de Alimentação Saudável pela UNB, proprietária da Pró-Nutrição - Assessoria e Consultoria  também fala sobre o ganho de massa muscular com ajuda da semente. “Isso ocorre porque o amaranto possui boas quantidades de proteínas, com função de reparar as microlesões em um processo fisiológico normal, quando se pratica atividades físicas, formando novas células musculares”.

 “Quanto à perda de peso, pode-se considerar que o amaranto, por ser rico em fibras, auxilia no processo de emagrecimento aumentando a sensação de saciedade. Nenhum alimento por si, faz o indivíduo alcançar a perda de peso. Para atingir este objetivo, seguir uma alimentação saudável e variada é primordial”, afirma.

Shirlei diz ser fácil encontrar o grão, aplicado para quem tem problemas de intolerância ou alergia ao glúten (proteína presente no trigo, cevada, aveia e malte). A nutricionista relata que o uso do amaranto auxilia na diminuição das taxas de colesterol ruim (LDL) no sangue, como também melhora a função intestinal. Acredita que além de nutritiva a semente é muito versátil e prática, sendo ingerida de várias maneiras: cozida, tostada e flocos; Ainda pode ser consumida em pão, tortilha, crepe, pudim, bolo, pasta, torta, mingau, panqueca, massa alimentícia, confeito, vitamina ou iogurte. As folhas do amaranto podem ser utilizadas como hortaliça em salada, concentrado protéico, sopa e recheio.

No Brasil, o amaranto tem sido cultivado pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (EMBRAPA – Cerrado) na cidade de Planaltina – DF, pelo Centro Federal de Educação Tecnológica do Rio Grande do Norte (CEFET – RN) na cidade de Natal – RN, e por alguns pequenos horticultores (COSTA, 2007). Aos interessados em incluir o alimento em grãos, farinha ou flocos pode encontrá-lo disponível em lojas de produtos naturais, em grandes redes de supermercados, empórios e feiras.

Fontes:
AMAYA-FARFAN, J. ; MARCÍLIO, R. ; SPEHAR, C. R. Deveria o Brasil investir em novos grãos para a sua alimentação? A proposta do amaranto (Amaranthussp.). Segurança alimentar e nutricional. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 12, n. 1, p. 47–56, 2005.
ASCHERI, J. L. R. ; CARVALHO, C. W. P. ; SPEHAR, C. R. A extrusão do amaranto no desenvolvimento de produtos: caracterização físico-química. Rio de jan ed. [s.l.] EMBRAPA Agroindústria de Alimentos, 2004. p.31.
MENDONÇA, S. Efeito hipocolesterolemianteda proteína de amaranto (AmaranthuscruentusBRS-Alegria) em hamsters.
2005. 190p. Tese (Doutorado em Saúde Pública) - Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2005.

1 - AMAYA-FARFAN, J. ; MARCÍLIO, R. ; SPEHAR, C. R. Deveria o Brasil investir em novos grãos para a sua alimentação? A proposta do amaranto (Amaranthussp.). Segurança alimentar e nutricional. Ensaios e Ciência: Ciências Biológicas, Agrárias e da Saúde, v. 12, n. 1, p. 47–56, 2005.
2 - BLÁCIDO, D, R, T. ; SOBRAL, P.J.A. ; MENEGALLI, F. . Potential of Amaranthuscruentus BRS Alegria in the production of flour, starch and protein concentrate: chemical, thermal and rheological characterization. Journal of the Science of Food and Agriculture, v. 90, n. 7, p. 1185–1193, 2010.
3 -CAPRILES, V. . Efeito da adição de amaranto na composição e na aceitabilidade do biscoito tipo Cookie e do pão de forma. Alimentos e Nutrição, v. 17, n. 3, p. 269–274, 2006.
4-FERREIRA, T. A. P. C.; MATIAS, A. C. G.; ARÊAS, J. A. G. NutritionalandfunctionalcharacteristicsofAmaranth (Amaranthus spp.). Nutrire: rev. Soc. Bras. Alim. Nutr. = J. Brazilian Soc. Food Nutr., São Paulo, SP, v. 32, n. 2,
p. 91-116, ago. 2007

5 -COSTA, D. M. A. ; MELO, H. N. S. ; FERREIRA, S. R. Conteúdo de N, P, K, Ca e Mg no amaranto sob estresse salino e proteção do solo.João Pessoa PB: II CONGRESSO DE PESQUISA E INOVAÇÃO DA REDE NORTE NORDESTE DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA, 2007.
6 - MENDONÇA, S. Efeito hipocolesterolemizante da proteína de amaranto (Amaranthuscruentus BRS – Alegria) em hamsters. [s.l.] Faculdade de Saúde Pública, Universidade de São Paulo, São Paulo, 2006.


quarta-feira, 5 de abril de 2017

Evolucionismo x Criacionismo


                                       Foto: Divulgação


Por Luana Tachiki


Quem veio primeiro: o Ovo ou a Galinha?
Ao responder essa simples pergunta vc saberá de qual lado das Teorias vc estará - se Evolucionista ou Criacionista.

Eu confesso que jamais havia percebido a diferença entre uma e outra. Para mim, ao final daria no mesmo ponto de partida. Mas se cruzarmos essas respostas com algumas "linhas de pensamento" entenderemos que faz bastante sentido em distinguir e escolher entre uma e outra.

Eu me encontrei ao lado da Teoria Criacionista. Acredito num Criador. Que criou o homem e varias espécies de animais e vegetais. Por isso, acredito, que tudo surgiu de um tudo, e não, do nada, tudo surgiu.
No Big Bang, do nada, tudo surgiu. E no Evolucionismo as espécies foram evoluindo c o tempo, inclusive nós.

Não sou bióloga, nem fundamentalista, mas sou um ser pensante que posso perceber, entender, buscar respostas e enfim decidir sobre em que acreditar é parte fundamental de praticar a arte do pensamento. E acho q responder a essa simples pergunta pode ser um bom ponto de partida.

Por ser Cristã acredito em relatos de homens que registraram suas experiências em um livro chamado: Bíblia. O livro mais vendido no mundo segundo pesquisas. Bem não poderia tirar o mérito de algo tão consumido. É, no mínimo, curioso.

Então vamos lá... Engraçado que ambas as teorias teem algo em comum: ambas não são comprovadas com precisão, são apenas teorias baseadas em relatos advindos de observações e registrados em papéis, (hoje também no sistema digital) por fim, outro aspecto em comum: ambas são sustentadas pela fé. Pois se resumem em quem acredita no evolucionismo ou no criacionismo. Simples assim. Sei que é um assunto complexo, mas se simplificarmos, será apenas uma questão de fé.

Grosseiramente falando, segundo um dos precursores do Evolucionismo - Charles Darwin, publicou em 1859 " A Origem das Espécies", onde ele relatou que o Ovo veio antes da Galinha já que outros animais como os dinossauros colocavam ovos antes de existir a galinha. E com a evolução das espécies surgiu a primeira galinha dentro de um ovo. Outra publicação de Darwin para intensificar sua teoria foi a publicação de " A descendência do Homem  e Seleção em Relação ao Sexo" , 1871. Onde ele define que nos primórdios éramos Homo Sapiens/macacos e evoluímos para seres humanos.

Bem é basicamente isso que aprendemos nas escolas, é assim que está nos livros de ciências. Mas se vc vem de uma família Cristã vc vai no mínimo discordar desses observadores pq vc não acredita nessa evolução biológica, mas sim, em outros relatos que está em um outro livro, vcs sabem, a Bíblia. E lá diz o oposto: que Deus criou o mundo, os animais e as espécies. Fala que o homem surgiu do pó (areia) e para o pó voltará (morte).

Se pararmos pra pensar nas duas teorias (teorias porque não são comprovadas cientificamente), são muito loucas. Numa, o homo sapiens/ macaco evoluiu e virou homem, já na outra, a areia virou homem e do sopro de Deus veio a vida. E do pedaço do homem (costela) veio a mulher.

Por fim,  as duas teorias são absurdas ao limitado entendimento humano.

Evoluímos sim, como seres pensantes, na cultura, na sociedade, na ética, na moral, nos costumes, comportamentos, mas não em espécies nos transformando em outros seres. Acho que no Gênesis é claro qndo diz basicamente que geramos o que somos e não qualquer coisa que almejos.

Séculos após a Teoria da Evolucao Biológica veio a Teoria do Big Bang de Galileu digamos que para complementar à Evolucionista. Uma explosão no espaço, que surgiu do nada (na verdade na fusão de átomos que constituiu a matéria...) e tudo se fez e se transformou e evoluiu. O problema está na Evolucao, em evoluir para além da materialização, na transformação de tudo.
Mas essa teoria está em colapso.  Cientistas estão questionando à existência de quasares, buracos negros mais antigos que o próprio Big Bang.

Eu creio num Criador de tudo - que vai além da inteligência humana, já que somos criaturas e não criadores.

- Ahhh, mas podemos e somos criadores, sim. A clonagem da Ovelha Dolly, por exemplo?! Na verdade ela foi REPLICADA, CÓPIA, RECRIADA, CLONADA, e não criada pelo homem! - Ahhh, mas no nazismo o homem criou outros seres com experimentos laboratoriais! Não, na verdade foram aberrações genéticas que o homem conseguiu criar. Nada mais.
- Ah, mas eu posso ser mãe, ou pai, ou seja, eu posso gerar outra vida! Sim, vc pode, mas vc depende de um outro alguém para isto, sozinho vc é incapaz.
- Ah, e um espermatozóide não se tranforma em um bebê? Sim, mas sempre será um bebê humano. Assim como uma semente de laranja não é uma laranja, é uma semente, mas sempre será de laranja!

Em suma, só geramos vida através da vida! E não o contrário, do nada geramos a vida. Além disso, uma maçã não evolui para uma manga, nem uma melancia cruzada com c gene de uma goiaba virará uma melaniaba!

Existem espécies híbridas e miscigenação no cruzamento, mas jamais deixarão de ser o que são. Podemos até tentar forçar o cruzamento, mas ao final, ou vai dar uma espécie ou outra.
Mais um ponto para o Criacionismo onde pé de manga gera manga, e do homem vem outro homem, dos cães vem outros cães, ou seja a espécie se conserva na sua essência mesmo que haja uma evolução colateral, ela jamais deixará de ser quem é.

O homem nunca será um lobisomem, por exemplo... assim como um lobo não poderá ser um HOMEM...

Eu cheguei a essa conclusão:
Quem veio primeiro foi a Galinha pq da vida vem a vida e uma coisa nao se tranforma em outra coisa.
Mesmo que não faça sentido pra vc, ambos são teorias publicadas em papel, pergaminho e livros. Relatos de homens.
E no final, é uma questão de fé, então, acredite no que quiser e naquilo que fizer mais sentido pra vc!
E aí... Evolucionismo OU Criacionismo ???

Artigo adaptado e publicado com destaque na página inicial  👉 http://portalfolhagospel.com/

A contemplação do espetáculo

Foto: Luana Tachiki
By Luana Tachiki


Na contemplação do espetáculo da imagem, existe inspiração e gratidão pela vida. Há vida por toda parte. Vida interna e externa. Em partículas e imensidões. Na água, terra e ar...

Vida ao acordar, no decorrer do dia e ao se deitar. No anonimato e no inanimado. Na solidão e na multidão. Vida na multiplicação...

Vidas vivendo a vida q se segue por toda eternidade. Renova-se em ciclos e perpetua-se a todo instante...

Convido a todos a contemplar o espetáculo da vida!!!