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| Foto: Divulgação |
Por Luana Tachiki
Na Síria tudo piorou após a Primavera Árabe. Os protestos fugiram do controle passando de movimentos pacíficos a manifestações hostis e com severas facções religiosas. extremistas religiosos (sunitas) assumiram os movimentos contra o governo laico de Bashar Al Assad e seus aliados. Hoje há um verdadeiro colapso social, que trouxe grandes devastações, como mais de 400 mil mortos em massacres e bombardeios.
A Guerra na Síria teve início após a Primavera Árabe em dezembro de 2010, que ocorreu na Tunísia, e foi marcada por um jovem feirante - Mohamed Bouazizi que ateou fogo em seu próprio corpo depois de ter tido seus produtos apreendidos pela polícia local. Diante deste "Grito à Humanidade", vários protestos se estenderam pelo Norte da África e países do Oriente Médio. E assim, nasceram mais reivindicações contra governos ditatoriais, pois era comum entre esses territórios uma vida reprimida e injusta, onde há décadas o povo se submetia a um regime tirano e opressor.
O povo, cansado, precisava de um estímulo para avançar contra esse tipo de governo autoritário. E a partir de 2010, o rumo desses países vítimas dessas autoridades abusivas, mudaria para sempre. Reivindicalistas sairam às ruas pedindo Reforma Política, Sociopolítica, Econômica e Financeira e a favor de um novo Regime de Governo, o Democrático. Mas, alguns rebeldes se manifestaram de maneira diferente dos demais - com muita hostilidade e desumanidade.
Certamente houve mudanças nesses países de regime arbitrário. Cada um obteve resultados distintos, a maioria com êxito, como foi o caso da Tunísia, que hoje engatinha nma democracia. Algumas Reformas e certas movimentações violentas ainda precisam ser ajustadas por lá, mas podemos dizer que o país não vive mais oprimido nas mãos de um ditador como era antes sob o regime de Zine el-Abidine Bem Ali, na qual fugiu acuado às pressões das ruas. A situação dos tunisianos hoje, é melhor, e democrático. Já na Síria, por exemplo, não se teve o mesmo destino de outros países, pois o governo não se rendeu aos manifestos nas ruas tornando a situação irremediável.
Em meio a essa Guerra, centenas de milhares de
pessoas já foram mortas severamente na Síria e em alguns casos, sem motivo evidente já
que radicais islâmicos praticamente assumiram o controle e o Estado não consegue contê-los. Algumas pessoas são assassinadas
simplesmente por andarem pelas ruas, outras metralhadas em suas próprias residências,
e ainda decapitadas até mesmo em frente às câmeras, enquanto muitas são bombardeadas
em qualquer lugar do território sírio.
Pessoas
inocentes incluindo - crianças, mulheres e idosos são os que mais sofrem com a
guerra, visto que são facilmente capturados e atingidos em suas fragilidades
peculiares.
Cerca
de 5 milhões de pessoas se aventuram a sair do país na esperança de abrigo em
países vizinhos. Sem muita opção saem em busca de refúgio em países, como, os
europeus.
Temendo essa Guerra Civil, que ganhou grande proporção já que alguns Radicais Islâmicos-Sunitas são contra o governo laico de Bashar al Assad, compraram briga com os Xiitas, Alawitas e demais, que são a favor da soberania Síria, os sobreviventes sírios desesperados e sem rumo, desprotegidos e completamente desabrigados, não veem outra alternativa se não se lançarem em alto-mar à procura de melhores condições de vida nesses países, que abrigam refugiados de guerra. Uma outra jornada repleta de milhares que morrem nessa audaciosa travessia.
Temendo essa Guerra Civil, que ganhou grande proporção já que alguns Radicais Islâmicos-Sunitas são contra o governo laico de Bashar al Assad, compraram briga com os Xiitas, Alawitas e demais, que são a favor da soberania Síria, os sobreviventes sírios desesperados e sem rumo, desprotegidos e completamente desabrigados, não veem outra alternativa se não se lançarem em alto-mar à procura de melhores condições de vida nesses países, que abrigam refugiados de guerra. Uma outra jornada repleta de milhares que morrem nessa audaciosa travessia.


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