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| Foto: Google |
Por Luana Tachiki
Brasília é a Capital do Bullying
de acordo com IBGE. Em seguida vem Belo Horizonte e Curitiba.
Na última
pesquisa, o IBGE apontou que 35,6% dos estudantes brasilienses afirmaram ter
sofrido ou praticado Bullying. Belo Horizonte ficou com 35,3% e Curitiba com
35,2% dos entrevistados. A maioria, praticada por meninos e em escolas privadas.
No Congresso, parlamentares
compreenderam a gravidade da situação nas escolas e decidiram agilizar o quanto
antes medidas de combate e prevenção ao Bullying. O projeto que tramitava desde
2013 foi aprovado em outubro de 2015 e entrou em vigor em fevereiro de 2016. A nova Lei obriga escolas e clubes a promoverem uma oposição à prática dessa
agressão -, que hoje, atinge de 1 a cada 4 estudantes. A Lei também prevê a
capacitação do Corpo Docente e demais Colegiados a implantarem ações de
prevenção e solução do problema, além de investirem em Campanhas Educativas
sobre o tema e envolver pais e alunos em orientações nos casos de identificação
do Bullying.
É louvável a posição do
Congresso, que instaurou a Lei nesta impugnação. É estimado que a médio prazo o
índice citado pelo IBGE, venha cair melhorando a qualidade do ensino e da vida
dos estudantes brasilienses, e claro, de todo país.
O termo Bullying é estrangeiro e
chegou com força no Brasil na década de 80. Também chamado de Intimação
Sistêmica: são atividades agressivas verbais ou físicas, intencionais e
repetitivas, que ocorre sem motivação evidente e são exercidas por um ou mais
indivíduos causando dor e angústia com objetivo de agredir ou intimidar.
O Bullying é crime. E vem
ganhando espaço nos jornais, chamando atenção de autoridades pela sua
relevância e frequência nas Escolas, além das Redes Sociais, que não apenas
falam sobre o assunto, mas praticam esse tipo de agressão. Essa outra forma de hostilidade
tem uma terminologia parecida - Cyberbylling, que também ganhou destaque aos
responsáveis no combate a esse tipo violência devido sua magnitude.


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