Por Luana Tachiki
Os pobres vão pagar a conta da PEC
241. É o que pensa alguns especialistas, e, o que não dá pra descordar.
O Projeto de Emenda à Constituição
241 tem como objetivo cortar as despesas do país. Já que a elevada dívida pública extrapolou o teto de R$ 170 bilhões em 2016. Se o rombo dessa dívida
continuar o Brasil perderá a confiança do mercado financeiro – como dos
investidores credores, que financiam empréstimos – fatores primordiais para o
movimento da economia. Se isso acontecer, o mercado econômico estagna e, o Estado quebra, foi o que ocorreu com a Grécia, resumidamente falando.
Para sair desse Xeque Mate, o "governo Temer" propôs a PEC 241, que traz em seu texto a urgência de um reajuste
fiscal. A proposta foi aprovada pela Câmara e Senado ao final de 2016. Esta proposta é tendenciosa porque os mais afetados serão os de menor Poder
Aquisitivo. É aí que questionamos: porquê logo a classe menos favorecida vai ser a mais atingida e prejudicada com as reduções de gastos dos cofres públicos? Não seria mais justo começar reajustando os gastos dos generosos salários dos Poderes-Legislativo, Executivo e Judiciário, por exemplo? Onde
algumas folhas de pagamento incluindo Servidores Efetivos ultrapassam a margem dos R$ 50 mil, com os famosos: supersalários.
Em março, a Revista Congresso em Foco mostrou que só o Senado chegou a pagar rendimentos brutos de R$ 765 mil a uma servidora no período de 12 meses. Ou seja, R$ 63,75 mensais. Isso somente em um dos 1588 casos no Congresso Nacional.Fato que justifica a indignação de muitos brasileiros.
A PEC propõe reformas radicais no Orçamento Público. Cortes extremos nos investimentos e gastos do governo. A primeira medida na redução dessas receitas foi uma reforma urgente na Previdência Social, o que causou um furdunço na nação.
A Reforma atingirá à Saúde, à Educação e à Assistência Social, que terão suas despesas congeladas por 20 anos; além de outras categorias que também não terão reajuste salarial pelo mesmo período, o que trouxe mais indignação por parte da população brasileira, cuja a última expectativa é esperar por reformas, sim, mas unanimas, atingindo todas as classes sociais sem discriminar nenhuma delas. Para que haja a pratica de uma verdadeira democracia.
Caso contrário, a conclusão é bem simples: A classe
menos favorecida vai ter de pagar essa conta, e ainda sofrerá diretamente as consequências
advindas desse rombo que o governo provocou.


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