sábado, 8 de abril de 2017

Quem vai pagar a Conta do Governo? Quem você acha?

            
Foto: Divulgação
Por Luana Tachiki


            Os pobres vão pagar a conta da PEC 241. É o que pensa alguns especialistas, e, o que não dá pra descordar.
     O Projeto de Emenda à Constituição 241 tem como objetivo cortar as despesas do país. Já que a elevada dívida pública extrapolou o teto de R$ 170 bilhões em 2016. Se o rombo dessa dívida continuar o Brasil perderá a confiança do mercado financeiro – como dos investidores credores, que financiam empréstimos – fatores primordiais para o movimento da economia. Se isso acontecer, o mercado econômico estagna e, o Estado quebra, foi o que ocorreu com a Grécia, resumidamente falando.
    Para sair desse Xeque Mate, o "governo Temer" propôs a PEC 241, que traz em seu texto a urgência de um reajuste fiscal.  A proposta foi aprovada pela Câmara e Senado ao final de 2016. Esta proposta é tendenciosa porque os mais afetados serão os de menor Poder Aquisitivo. É aí que questionamos: porquê logo a classe menos favorecida vai ser a mais atingida e prejudicada com as reduções de gastos dos cofres públicos? Não seria mais justo começar reajustando os gastos dos generosos salários dos Poderes-Legislativo, Executivo e Judiciário, por exemplo? Onde algumas folhas de pagamento incluindo Servidores Efetivos ultrapassam a margem dos R$ 50 mil, com os famosos: supersalários. 
    Em março, a Revista Congresso em Foco mostrou que só o Senado chegou a pagar rendimentos brutos de R$ 765 mil a uma servidora no período de 12 meses. Ou seja, R$ 63,75 mensais. Isso somente em um dos 1588 casos no Congresso Nacional.Fato que justifica a indignação de muitos brasileiros.
         

         A PEC propõe reformas radicais no Orçamento Público. Cortes extremos nos investimentos e gastos do governo. A primeira medida na redução dessas receitas foi uma reforma urgente na Previdência Social, o que causou um furdunço na nação. 
       A Reforma atingirá à Saúde, à Educação e à Assistência Social, que terão suas despesas congeladas por 20 anos; além de outras categorias que também não terão reajuste salarial pelo mesmo período, o que trouxe mais indignação por parte da população brasileira, cuja a última expectativa é esperar por reformas, sim, mas unanimas, atingindo todas as classes sociais sem discriminar nenhuma delas. Para que haja a pratica de uma verdadeira democracia.
    Caso contrário, a conclusão é bem simples: A classe menos favorecida vai ter de pagar essa conta, e ainda sofrerá diretamente as consequências advindas desse rombo que o governo provocou.

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