Tudo vai bem até que pensem diferente!
O mundo iria bem se não houvesse dissensões.
Se fossemos uma só nação, um só povo, uma só crença, um só partido, e andássemos na mesma direção, talvez chegaríamos juntos a uma só conclusão: somos um, e só por isso, somos plenos.
Mas afinal, o pensar unânime seria uma causa para harmonia entre indivíduos ou o próprio aprisionamento do pensamento?
Se remetermos essa análise à teoria Hipodérmica da Escola Norte-Americana, dos 30 (onde uma mensagem lançada pela mídia é simplesmente aceita e espalhada entre os receptores). Certamente concluiríamos que a busca de um pensamento unitário só nos traz à memória - regimes ditatoriais usada por ditadores para emplacar suas persuasivas mensagens ao povo que só acatava passivamente. O que seria horripilante só de assimilar.
Mas numa busca literária, fictícia e idealista, talvez esse devaneio seria uma adorável aplicabilidade se todos fossem éticos, íntegros, generosos, benevolentes e altruístas.Mas, sinceramente, não sei o que é mais utópico, - se é a igualdade de lisura ou a harmonia na desigualdade.
Haveria paz em unânimidade se as opiniões fossem homogêneas?
Podemos afirmar que sim, mas certamente perderíamos nossa autenticidade de seres pensantes. O que seria ainda pior, perder a liberdade de ser igual por pensar diferente. De se destacar ou não como indivíduo por apresentar sua diversidade e influência distinta de pensamento.
Mas uma coisa é certa: Guerras, terrorismo, homem bomba, holocaustos, divisão de tribos, divisões territoriais, suicídios, divórcios, brigas, nascem no berço da: OPINIÃO DIVERGENTE!
O caminho, então, é a busca pelo repeito mútuo dentro de nossas peculiaridades para um convívio harmonioso.
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| Foto: Google |



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